Como vive uma pessoa que é fiel a essa filosofia?
Mark Albert nasceu na Alemanha e até os 32 anos viveu, como ele mesmo diz, escravo do sistema corporativo. Mark tinha um bom emprego numa companhia automobilística alemã. Depois de sofrer abusos intermináveis (verbais e emocionais) de chefes e do próprio sistema corporativo (que exige sacrifício da vida pessoal em nome do lucro da empresa), Mark decidiu procurar ajuda em um programa de desenvolvimento pessoal para encontrar uma saída para o impasse de sua vida.
Seu emprego era bom demais para que ele simplesmente pedisse demissão – o que, no fundo, não faria diferença alguma, pois ele continuaria a precisar de um emprego e trabalhar em qualquer outra empresa não faria diferença. Mark precisava encontrar sentido para sua vida, sacrificá-la para que seus empregadores enriquecessem não era um sonho que ele tinha para seu futuro quando imaginava o que seria quando crescesse algumas décadas antes.
Mark também não tinha nenhuma paixão, algo que ele gostaria de fazer ao invés de estar trabalhando. O trabalho, por pior que fosse, preenchia sua vida vazia. Se não estivesse trabalhando, ele estaria vendo TV, conversando com amigos num bar, escutando música, navegando na Internet, lendo um livro, ou seja, passando o tempo até que chegasse a hora de voltar ao trabalho. Ele sentia que sua vida não tinha sentido algum. Se ele realmente pedisse demissão ou perdesse o emprego de alguma outra forma, ele se veria numa situação de desespero, pois suas “horas de folga” passariam a ocupar todo o seu tempo e ele simplesmente não sabia como lidar com isso.
Mark sofria de algo que atinge milhões de pessoas ao redor do mundo: a “síndrome da normalidade”. Mark simplesmente seguiu o fluxo da vida sem observar ou analisar o que estava acontecendo. Ele fez bem feito de acordo com o padrão de normalidade, foi um bom filho, bom aluno, se formou, conseguiu um bom emprego. Estava na hora de formar uma família, seus pais o pressionavam. Mas Mark começou a acordar nesse ponto e começou a questionar se esse era realmente o caminho, se formar uma família, agora que ele já havia conquistado tudo financeira e profissionalmente, era mesmo o próximo passo. Será que isso finalmente o faria feliz? Mark olhava em volta, todos os seus amigos mais próximos já haviam tomado essa decisão. Uma família não parecia ter trazido felicidade para nenhum deles… Ele olhava para seus pais e se questionava como ambos suportaram um ao outro durante todos aqueles anos. Ele sabia que a mãe era usuária de antidepressivos e o pai descontava sua infelicidade em intermináveis jogos de golfe e amigos que o mantinham longe da esposa. “Se a maior parte dos casais é infeliz, por que há tanta pressão para encontrar alguém e levá-la ao altar?”, ele pensava.
O programa de desenvolvimento pessoal a que Mark se submeteu não solucionou suas dúvidas. Seus instrutores baseavam seus ensinamentos em “encontrar sua paixão” e se dedicar a ela, definir metas para o futuro e, então, no final da estrada, lá estaria a tão esperada felicidade.
Mark começou a achar que havia algo de errado com ele. Ele não tinha paixão nenhuma, ele não sabia o que queria no futuro para definir metas. Ele só queria curar sua dor, encontrar sentido para a vida. O esquema apresentado por seus instrutores não fazia muito sentido para ele. No mundo corporativo vêem-se pessoas definindo metas o tempo todo, mas não se vê muita gente feliz. Se alcançar metas fosse o caminho para a felicidade, a realidade seria outra, não?
Após passar por diversos cursos, programas e ler muitos livros, Mark chegou a um programa cujas bases eram similares ao que você encontra aqui neste site. Uma pessoa irreconhecível surgiu durante o processo. Não há como exemplificar de forma clara seu desenvolvimento emocional e o alcance da maturidade. No entanto, os resultados práticos na vida de Mark são notáveis.
Mark construiu, em um ano, um negócio próprio que faz três milhões de dólares por ano e continua crescendo. Sim, você não leu errado, são três milhões de dólares! Mark seguiu sua paixão? Não, ele não tinha paixão nenhuma, lembra? Na verdade, ele não se dedica de corpo e alma a esse negócio, como manda a cartilha, ele dedica seu corpo e alma para sua própria vida, enquanto paga para outras pessoas desperdiçarem seu tempo tocando o negócio.
Neste ponto, preciso parar e fazer um comentário! Algumas pessoas lêem a frase anterior e ficam chocadas. O mundo corporativo abusava de Mark antes, agora é a vez de ele abusar de quem está disposto a trocar tempo por dinheiro? Não seria mais correto Mark ensinar essas pessoas a também viverem como ele? Meu comentário é o seguinte: a grande maioria das pessoas não está preparada para viver Carpe Diem. Elas se sentem bem e seguras trabalhando o dia inteiro e recebendo um salário no final do mês. Elas não querem saber de nenhuma outra opção. É ingenuidade acreditar que um sistema ou uma filosofia de vida é aplicável a todo mundo. Cada um tem suas necessidades e graus de maturidade. Muita gente daria de tudo para trabalhar para Mark (seus funcionários trabalham em casa de forma virtual e são muito bem remunerados), assim como muita gente não tem disposição, coragem, maturidade e motivação para levar a cabo as mudanças que são necessárias para viver Carpe Diem. Já dizia Marco Aurélio: “O mundo é dos ousados”.
Mas a vida financeira de Mark não foi a única afetada. Com seu tempo livre, agora Mark se dedica a aprofundar seus relacionamentos e ajudar os menos afortunados. Mark ajudou sua mãe a superar a dependência em antidepressivos e encontrar um significado para sua vida. Ele também contribui com diversas instituições de pesquisa contra o câncer, doença que levou seus avós maternos e paternos. Mark está envolvido com projetos humanitários na África, incluindo um projeto liderado por Nelson Mandela, que tem o objetivo de remover as minas explosivas espalhadas por diversos países africanos, projeto que também conta com a colaboração de Brad Pitt e George Clooney.
Tudo isso, apesar de fantástico, ainda é muito recente e Mark continua ampliando o significado em sua vida.
“Pela primeira vez na vida eu estou vivendo o presente, sem lembrar-me do passado com nostalgia ou culpa ou me preocupar com o futuro. Eu coloco tudo de mim em cada momento, me entrego de corpo e alma à vida. Meus relacionamentos são mais ricos, meu dia-a-dia, mais excitante e minha consciência, mais tranqüila, pois estou fazendo coisas que quero, que sinto que devo fazer, não faço mais nada por obrigação. Hoje, sim, eu posso dizer que sou feliz.” – Mark Albert






Acompanho já algum tempo os artigos. Este é mais um que gostei, porém acho que tem uma grande falha. Sempre deixam os assuntos no ar. Por exemplo, neste artigo, como foi que ele conseguiu? Como podemos chegar também neste estágio?
Márcia: Ainda não sei qual exatamente o posicionamento de Fran Christy e como ela explica a construção de uma vida baseada nestes princípios, mas pelo que li em seus 3 livros anteriores, acho que aprofundar demais “como ele conseguiu construir esta vida” não seria possível num simples artigo. A Fran Christy é bem técnica e provavelmente há muitos detalhes envolvidos na construção de uma “vida carpe diem”… Acho que a resposta para sua pergunta “como podemos chegar também neste estágio?” é algo complexo que levaria centenas de páginas para ser explicado, não é algo que caberia num artigo.
Me identifiquei muito com este caso. Às vezes, entro em conflito, porque não tenho “uma paixão”, em relação ao trabalho, já fiz várias coisas…Mas sei que hoje,quero associar meu trabalho com o meu bem estar.
Coincordo com a Marcia, em todos os artigos, existe uma grande incentivo a mudanças mas não se consegue captar os processos para tal.
Grata
Marcia e Denyse: Eu concordo com o Leandro, explicar estes processos não é possível num simples artigo, além disso, eu acredito que o objetivo deste site seja lançar livros no futuro ensinando como viver a vida carpe diem. Tanto a Fran Christy, quando os demais consultores de sua equipe provavelmente não estão nessa pra fazer caridade, e apesar de desejarem ajudar as pessoas, vender livros é o seu negócio. Não acho que eles estão dispostos a darem seu peixe de graça…
À primeira vista, o comentário nº5 do Marco, pode soar como o de uma pessa frustada, descarregando sua insatisfação por algo que ocorreu ou acontece em sua vida. Mas analisando seu comentário, de certa forma parece haver sentido. Por que não fazer dinheiro tentando ensinar as pessoas a serem felizes? Afinal, a busca da felicidade é algo eterno dentro de cada indivíduo. Interessante porém, é que a maioria daqueles que realmente são felizes, sentem-se bem (ao menos demonstram)em ajudar ao próximo. Uma coisa é certa: me sinto melhor quando consigo ajudar aos demais sem que com isso eu venha sofrer pela minha contribuição.
O que percebo, no entanto, é que a informação pode ser uma grande aliada no caminho para a felicidade.
Se o que pessoas como a Fran Cristy fazem já ajudaram muitas pessoas, por que não nos empenharmos em seguir alguns de seus conselhos?
Partindo do princípio de que nada vem por acaso, poderíamos nos adaptar ao fato de que existe o sacrifício de ao menos tentar fazer uso da receita deste site. Acredito que é pior experimentar a frustação do “não tentei”, por isso fiquemos atento se realmente é ruim ou não, adquirirmos produtos de auto-ajuda.
Bom dia pessoal,
Tenho um amigo pessoal que vive “Carpe Diem” de uma maneira muito simples, o qual eu mesmo criticava. Ele ajuda as pessoas a chegarem no mesmo estilo de vida, no qual eu venho buscando também. Caso desejam fazer o contato com ele (seu nome é Fabricio), enviem email para mim (alex@studioanx.com.br) e faremos este intercâmbio e troca de informações. Posso dizer que estou seguindo os passos dele (colocando em prática as dicas e orientações, inclusive montando um negócio próprio de desenvolvimento de sites em tempo parcial, já há quase 1 ano) e posso dizer que está indo muito bem.
Hoje, este meu amigo trabalha de casa ou onde quiser, e já é financeiramente independente. Ele vive uma vida incrivelmente tranquiloa, e a receita que ele obtém é sempre reinvestida, porque ele não têm necessidade de consumir todo o valor que recebe.
Eu já estou quase lá. Tenho imóvel e automóvel pagos, e meu estilo de vida é muito simples, e além disso vivo com somente metade do meu salário (pois hoje em dia trabalho em tempo parcial com minha própria empresa de hospedagem e desenvolvimento de sites).
Realmente, tudo que é falado aqui no Viva Carpe Diem é real, além de possível, e felizmente conheço pessoalmente quem vive dessa forma.
Abraços
Alex
alex@studioanx.com.br
http://www.studioanx.com.br
wellllllllllllllllll essa Fran é sensacional rsrsrsrs ela fala com uma propriedade fantástica
viver carpe diem é tão simples e complexcissimo… mas eu entendo a imensurável profundeza de suas palavras… é xowwwwwwwwwwwwwwwww rs rs rs …